segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
38º Congresso da UBES em Minas Gerais
terça-feira, 20 de outubro de 2009
União Nacional dos Estudantes – gestão 2009-2011: lutas, desafios e metas.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Movimento Reinventar entra na Executiva da UEE-RJ
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Reinventar Amplia seu Espaço na UEE Mineira!
O 41º congresso da UEE/MG ocorrido no último fim de semana 27 e 28 de junho, na Universidade Federal de Viçosa, foi um marco muito importante para todos os estudantes mineiros cansados das velhas práticas, e ansiosos para Reinventar o Movimento Estudantil. Com uma bancada de 70 delegados - a segunda maior do congresso, e cerca de 40 observadores o Movimento Reinventar mostrou sua cara, de forma qualificada, propositiva e independente. quarta-feira, 24 de junho de 2009
REINVENTAR RIO VENCE NA UERJ
Durante os dias 15 e 16, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) viveu sua eleição para Delegados ao 14º Congresso da UEE-RJ e para o 51º Congresso da UNE. Cinco chapas estavam escritas na disputa, que pautou o debate sobre o Movimento Estudantil que queremos.
Com uma proposta diferente das defendidas por outros grupos de estudantes profissionais', os estudantes do Movimento Reinventar obtiveram uma grande vitória política, alcançando 35% do total de votos. Isso significa que 863 estudantes disseram SIM as proposta do Reinventar.
O estudante Julio Barros, Conselheiro Universitário e membro da Chapa 2 - UNE, que parada é essa? – garante que a vitória nas urnas reflete o esgotamento dos demais grupos políticos presentes na UERJ.
Com o resultado, o grupo indica 7 delegados para cada Congresso (UEE-RJ e UNE). O Diretor da UEE-RJ, Bruno Franco, assinala que a vitória na UERJ é a ponta de lança de um processo de renovação do Movimento Estudantil fluminense. “ Mais que numérica é uma vitória política. A UERJ é um grande dos grandes centros de construção do ME no Rio.”
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Movimento Reinventar Minas se aquece para os congressos da UEE e UNE
O Movimento Reinventar minas, realizou importante plenária no último sábado dia 30 de maio, com a presença de delegados de 15 faculdades e universidades de Belo Horizonte e região metropolitana.
Consolidado como a segunda maior força do movimento estudantil mineiro, o REINVENTAR vem ocupando importantes espaços, ampliando diálogos com outras forças políticas e principalmente trazendo para a base o importante debate sobre a necessidade de REINVENTAR o movimento estudantil. Sentido a pressão de quem quer mudanças, a força majoritária (UJS) operou mais um golpe, adiando o congresso da UEE/MG que seria dias 6 e 7 de junho para 27 e 28.
Sem perder o pique e a empolgação, a galera que quer reinventar não pára. Mais três plenárias metropolitanas serão realizadas além das regiões sul e triângulo mineiro que vem fazendo importante mobilização que culminará em uma grande participação nos congressos da UEE e da UNE.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
MANIFESTO MOVIMENTO REINVENTAR MG!
sexta-feira, 29 de maio de 2009
REINVENTAR EM JOINVILLE CONTRA O AUMENTO !
Movimento Reinventar de Joinville - Santa Catarina - está na luta contra o aumento abusivo do preço das passagens de ônibus. quarta-feira, 27 de maio de 2009
Reinventar mostra força em Caxias do Sul - RS
sexta-feira, 15 de maio de 2009
REINVENTAR FAZ HISTÓRIA NA AMES-RIO
O Movimento Reinventar carioca que compõe a Associação Municipal de Estudantes Secundaristas do Rio de Janeiro desde novembro de 2007, teve uma participação histórica durante o 20º Congresso da entidade, que ocorreu no dia 09 de maio, na Escola Técnica Estadual República.
Plenária Final e Eleição – Ao final da tarde, após debates e articulações as delegadas e delegados do 20º Congresso da AMES elegeram a chapa AMES 70 ANOS A LUTA CONTINUA por aclamação. A Chapa representa a força da unidade do Movimento Estudantil carioca e foi composta pelos movimentos Reinventar, Agora Só Falta Você, Mudança, Ousadia e Madeira de Lei que Cupim Não Rói. Todo o processo foi dirigido pelo Coordenador Estadual do REINVENTAR, Bruno Franco e pelo Secretário Geral da AMES, William Rodrigues.
segunda-feira, 20 de abril de 2009
O Movimento
Prestar solidariedade a Cuba e aos cinco heróis cubanos presos injustamente;
Apoiar incondicionalmente a Revolução Bolivariana de Hugo Chávez;
Dar todo apoio à política externa independente, com destaque privilegiado aos países latino-americanos;
Ampliar o debate sobre o modelo de produção internacional de energia, na defesa do meio ambiente;
Dar solidariedade aos movimentos sociais de caráter internacionalista;
Defender o fim da intervenção no Haiti e a retirada das tropas do Exército Brasileiro;
Ser contra a política armamentista e os escudos antimísseis estadunidenses;
Defender o respeito aos Direitos Humanos e o fim da base de Guantânamo e do Paraguai;
Rechaçar a política imperialista americana;
Ser contra qualquer prática de xenofobia;
Defender a internacionalização do Aqueduto de Jerusalém;
Apoiar a proposta aprovada no Congresso de Meio Ambiente em Bangcoc, com investimentos de 3% do PIB global para o meio ambiente;
Consolidação do MERCOSUL e integração dos Povos da Latino-América;
Lutar pelo encerramento da construção do novo muro da vergonha, na fronteira dos EUA com o México e na Faixa de Gaza.
CONJUNTURA NACIONAL
O BRASIL COM A FORÇA DO POVO!
Dentre as conquistas do povo brasileiro, o mais destacado foi o direito ao trabalho. Com a CLT de Vargas, foram regulamentados os direitos, garantias e salvaguardas do trabalhador, constituindo-se na legislação trabalhista mais avançada na América Latina. Sem o trabalho, torna-se inviável o exercício dos direitos sociais previstos no Art. 6°, caput, da Constituição, como o direito à saúde, ao lazer, à educação, dentre outros. Cabe ao governo seguir o legado da luta promovida pelos grandes presidentes nacionalistas na defesa dos interesses do povo brasileiro, sem seguir a “receitas” do conservadorismo econômico ou outras formas capazes de penalizar o povo brasileiro – o maior construtor e legatário do patrimônio nacional. É necessário rechaçar qualquer tentativa que possa ir contra os direitos conquistados pela população e a juventude tem um papel histórico. Sempre que ela foi exigida, jamais se furtou do seu papel, na defesa de um país mais justo. Pra reinventarmos o Brasil, precisamos
Dizer NÃO as propostas de retirada dos direitos dos trabalhadores;
Ser contra a redução da maioridade penal;
Apoiar a Reforma Agrária;
Incentivar a atuação propositiva do Movimento Estudantil, exigindo maior avanço em prol de políticas de cunho desenvolvimentista;
Defender a independência crítica ao Governo Lula;
Apoiar a verdadeira Reforma Política;
Democratizar o Poder Judiciário;
Defender a Amazônia;
Encampar a luta “A biomassa é nossa!”
Apoiar a reestatização das empresas privadas – em especial, a Vale do Rio Doce;
Defender mecanismos que proíbam a compra de terras por estrangeiros;
Exigir a abertura dos arquivos da Ditadura Militar, apoiando o requerimento de informação n° 268/07 da Câmara dos Deputados, de autoria do Deputado Federal Brizola Neto;
Federalizar a Educação;
Assegurar as quebras de patentes de medicamentos de uso continuo;
Voltar com a legislação da limitação das remessas de lucros para o exterior, das chamadas “perdas internacionais”;
REINVENTANDO PARADIGMAS NA LUTA CONTRA O PRECONCEITO
A dita “democracia” brasileira, ainda que no ideário liberal, sequer contemplou os espaços de cidadania. Embora houvesse inúmeros avanços, desde a Era Vargas, entretanto muitas ações precisam ser feitas, na promoção da igualdade nos direitos e garantias individuais, além das extensões, de fato, nos direitos políticos e sociais. Dentre esses setores, encontram-se os afro-desdecendentes, as mulheres e o segmento GLBTT. É preciso que o Estado Democrático de Direito, através das suas instituições representativas, assegure toda a forma do exercício da cidadania, contra quaisquer tipos de discriminações, fortuitas ou ostensivas. A dignidade da pessoa humana, como um dos princípios basilares da República Federativa do Brasil, ainda está longe de ser cumprida. É preciso que todos nós, enquanto jovens, defendamos a luta desses segmentos, se quisermos uma sociedade democrática e justa a todos os segmentos, independente do seu credo, etnia, posição político-ideológica, sexo ou outra forma que possa distingui-lo dos demais. Pra reinventar o Brasil aos afro-descendentes, mulheres e GLBTT precisamos...
Lutar contra o racismo e quaisquer práticas;
Defender a democratização do ensino fundamental, médio e superior aos afro-descendentes;
Promover a defesa de políticas que democratizem os espaços de atuação aos negros e afins;
Cobrar, dos veículos de comunicação, uma maior inserção do negro nos programas falados e televisionados;
Democratizar o acesso ao ensino em todos os níveis, com políticas de acesso e permanência (cotas e bolsas de permanência);
Aplicar imediatamente a Lei 10.639/2003, que consiste na inclusão de História da África e da Cultura Afro-Brasileira;
Incentivar a participação dos afro-descendentes nos movimentos sociais e políticos-partidários;
Defender e incentivar, de forma incisiva, a participação da mulher na política;
Lutar pela ampliação do mercado de trabalho para a mulher, com a igualdade de salários entre homens e mulheres;
Defender a participação da UNE nos eventos de perfil feminino; Repugnar quaisquer agressões contra a integridade física e moral da mulher;
Formular debates com as diversas instituições presentes na sociedade civil, que privilegiem a ação da mulher;
Discutir em fóruns abertos promovidos pela UNE sobre a saúde pública;
Criar creches nas Universidades Públicas e Privadas;
Assegurar os espaços de atuação política das mulheres nos partidos;
Dizer: Homofobia NÃO!
Apoiar a existência de um censo GLBTT;
Referendar e defender um programa de bolsas que fomente a produção de conteúdo intelectual voltado à comunidade GLBTT;
Apoiar a campanha da UNE, incentivando à criação de Núcleos Universitários GLBTT’s;
Defender a ampliação do Programa Brasil Sem Homofobia; EDUCAÇÃO – A UNIVERSIDADE POPULAR E DEMOCRÁTICA QUE DEFENDEMOS A universidade, como instituição, é um pólo de construção e produção de conhecimentos, destinada a estender para a sociedade ou, minimamente, à comunidade adjacente, usufruindo, de forma salutar, aquilo que a universidade pode trazer beneficamente. A formação científico-intelectual dos estudantes é a razão da existência de uma universidade. Sem o corpo discente, não há como se renovar o saber científico ou promover novas contribuições ao campo epistemológico. Seja como for, a universidade deve ter a função de servir à sociedade, pois a grande parcela, ao investi-la com o pagamento de impostos, espera que a instituição acadêmica traga o seu retorno, beneficiando milhões e milhões de brasileiros e brasileiras. Entendemos que para saber qual é o papel e a função de uma universidade, não podemos reduzi-la ao debate intra-acadêmico, mas estendê-la amplamente à população brasileira – a maior interessada no assunto. Torna-se inviável a existência de uma universidade que se diz como a extensora da produção acadêmica a sociedade, se ela, de longe, se encontra alheia à realidade de quase 40 milhões de brasileiros à margem da linha de miséria e de milhões de brasileiros sem qualquer oportunidade de ascensão sócio-econômica (incluindo-se, nesse ensejo, a entrada no curso superior). Uma Reforma Universitária que não dialogue com a sociedade, sem propor mudanças estruturais no país, é uma reforma vã e inútil. Uma Reforma que quer pensar a universidade deve sugerir uma mudança na visão em torno da Educação, colocando-a, enfim, como política de Estado e jamais como política de governo. A Educação que promova, enfim, o acesso de qualidade e a democratização do ensino superior aos segmentos excluídos da nação brasileira. Hoje, a universidade cumpre o papel de adestramento de mão de obra. Ou mesmo de emburrecimento de uma camada para atender a demanda do sistema capitalista. Reproduz a idéia de uma universidade que gerem quadros para o mercado de trabalho – competitivo e, ao mesmo tempo, excludente. Como diz Marilena Chauí, em sua obra “Sobre a Universidade”, “a função social da universidade é formar incompetentes políticos e sociais”. A universidade deve repensar o seu papel no Brasil, sem olhar para dentro de si. Ela deve resgatar os milhões de jovens que sequer tiveram acesso ao ensino superior. E acima disso, contribuir para erradicar o analfabetismo e promover uma maior democratização no acesso aos ensinos fundamental e médio. A universidade deve, em suma, participar do processo de construção nacional e deve ter o perfil popular, democrático e nacionalista, interagindo com os diversos setores da sociedade civil e expurgando de si o seu caráter elitista, alienante e distante das discussões e problemas sociais, econômicos e políticos que permeiam a realidade do Brasil.
Pra reinventar o Brasil nas universidades e faculdades, precisamos:
Defender a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão;
Lutar pela autonomia universitária (administrativa e financeira);
Apoiar a representação e votação paritária de estudantes, discentes, docentes e técnico-administrativos em órgãos colegiados;
Defender a total liberdade de organização;
Lutar a favor das cotas étnicas e sociais;
Defender as políticas de assistência estudantil;
Defender a acessibilidade ao Ensino Superior;
Assegurar a isenção das taxas de inscrição;
Apoiar a extensão à distância;
Defender o fim de taxas e o aumento abusivo das mensalidades;
Defender a não discriminação dos inadimplentes;
Promover o intercâmbio universitário;
Defender a validação dos certificados dos formandos em Medicina de Cuba;
Estender os deveres e direitos ao ensino confessional;
Assegurar a ampliação das Bolsas;
Defender a proposta do estudante de universidade pública prestar serviços públicos dentro do seu ramo de atuação;
Criar políticas efetivas de controle e ampliação de vagas nas universidades públicas;
Preservar a grade curricular do estudante, na possibilidade de transferência de instituição;
Fiscalizar o comprimento das prerrogativas para elevação de status em faculdade, centro universitário, universidade;
Universidade e setores estratégicos;
Integrar universidade e sociedade;
Criar mais vagas nas universidades públicas;
REINVENTANDO O MOVIMENTO ESTUDANTIL
QUEREMOS UMA UNE PRESENTE E ATUANTE! A UNE, desde a sua fundação, no final da década de 1939, participou de momentos decisivos na política brasileira. Sua vocação propositiva e combativa, ao longo de sua existência, foi crucial nos períodos emblemáticos, na sua História Republicana. Atuando na legalidade ou não, a UNE sempre se manteve como uma entidade representativa, na defesa dos estudantes e dos valores mais nobres como a democracia, a soberania nacional e uma sociedade mais justa. No entanto, a UNE nem sempre tem ocupado o papel de vanguarda na sociedade. O descrédito dos estudantes aos movimentos representativos, as disputas intrapartidárias internas na UNE na busca por espaços decisórios de poder, a burocratização contínua da instituição e a ausência da entidade estudantil em representar à altura os demais estudantes do Brasil, descredibilizam o histórico de lutas e o papel representativo da UNE. Frente ao momento de impasse, a UNE encontra-se inerte. Sem a solução capaz que possa motivar, ao menos, parcelas do corpo discente na busca por novos rumos, tornando-os capazes de questionarem o seu mundo. Assim, a UNE não pode, em hipótese alguma, se eximir de sua responsabilidade, ao representar milhões de estudantes brasileiros, na condição de potenciais formadores de opinião pública. As mudanças só ocorrem quando as entidades estudantis, juntos com os demais movimentos sociais, tomam parte do processo político, através da politização e mobilização das bases. E isto só se dá com a conscientização permanente dos estudantes e com a unidade na UNE. Não podemos mais aceitar os Congressos da UNE sem discussões ricas e propositivas, baseado nos “acordões” e “alianças” episódicas, na mera busca das chapas por cargos na Executiva e no Corpo, sem que haja discussões programáticas e ideológicas. Queremos uma UNE orgânica e voltada às suas bases. Uma UNE que faça o estudante sentir-se representado e orgulhoso de sua entidade. Uma UNE democrática e acessível ao estudante é a pauta central do coletivo Pra reinventar o Brasil e o Movimento Estudantil. Somos irredutíveis! É essa meta que norteia a nossa concepção em torno daquilo que deve ser o movimento estudantil e do papel indispensável que a UNE deve cumprir. Pra reinventar o Movimento Estudantil com a UNE, precisamos:
Lutar pela independência da UNE ao Governo Lula;
Defender uma política comprometida com o desenvolvimento nacional auto-sustentável;
Condenar as práticas de divisionismo;
Defender a transparência semestral das finanças da UNE no Portal do Estudantenet;
Fazer com que a UNE crie mecanismos para manter contato com as bases do Movimento Estudantil;
Criar uma Escola de Formação Política da UNE;
Assegurar a presença de 30% das vagas na Diretoria da UNE (na Executiva e no Corpo) às mulheres;
Defender a realização do Conselho Nacional de Entidades de Base; Assegurar os Grupos Temáticos (GT’s) e Grupos de Discussão (GD’s) nos Congressos da UNE;
Assegurar a lisura no processo eleitoral na votação dos Congressos da UNE;
Divulgar as ações da UNE por meio de mídias alternativas, como o you tube e blogs de discussão.
Você também pode fazer parte do MOVIMENTO REINVENTAR, para isso, faça seus comentários sobre a Tese, deixe seus contatos para facilitar a comunicação.
E Saudações à quem tem coragem de REINVENTAR!!!